“Não adianta você ir embora mil vezes, porque sei que vai voltar mil e uma. Os nossos caminhos ao invés de se cruzarem, acabaram dando um nó. Acontece.”
“Eu gosto da nossa rotina, das nossas piadas, dos nossos silêncios, das nossas reticências, das nossas risadas. E gosto, também, das nossas brigas. A gente aprende com elas. Eu descubro mais sobre você e conheço outras partes minhas. Aquelas partes que a gente não mostra por vergonha. Reconheço o som do meu grito, vejo minha cara de raiva e meu olhar que assusta quando algo incomoda. E te percebo por inteiro. Seu tom, sua reação, sua ação. Suas verdades, nossas mentiras. E assim a gente vive junto, passando por obstáculos, derrubando o que vem pela frente. E assim vamos ficando mais amigos, mais amantes, mais enrolados um com o outro.”
“Ela é sua, cara. É sua, por você ser você. Ela é sua, por mais que as vezes você não queira ou tenha medo da responsabilidade de que é de tê-la. Ela é sua, e ela aprendeu a te amar, e saber sobre o seu amor. Ela é sua.”
“Eu gosto de tudo que começa. Eu gosto do número 1, do início, do começo. Gosto de tudo que nos tira do ponto 0. Tudo que anda, tudo que vai para a frente. Não gosto de ficar parado, é sedentarismo demais. Eu gosto de começar a correr atrás, de ir atrás. Por que ainda sismo em pensar que tudo que começa, nunca acaba.”
“Eu caminhei,
Caminhei,
Caminhei,
Até o ponto de me cansar,
A ponto me perder,
E não saber como voltar.”
“Mas mesmo que você fique cinco minutos aqui, seria ótimo.”